
Em uma quitinete
alugada, no segundo andar de um predinho no subúrbio, estavam três terroristas muçulmanos.
Todos ansiosos.
– Levanta desse
chão, Abdullah, agora não é hora de ficar rezando!
O muçulmano mais
velho, ajoelhado sobre um tapete pequeno, voltado para o canto da sala –
supostamente a direção de Meca – desviou-se da oração que acabara de iniciar.